Criadores de suínos negociam pedidos com governo em Brasília

7 de fevereiro de 2013

Na mesa do almoço, representantesde produtores de vários estados estiveram reunidos.

No cardápio teve picanha suína aomolho de tomate seco, passas e alcaparras, mas o preço da carne ainda não estámuito “saboroso” para os suinocultores, apesar da reação no final doano passado.

No Rio Grande do Sul, hoje oprodutor recebe de R$ 2,80 a R$ 3 pelo quilo. O presidente da associação decriadores do estado, Valdecir Folador, diz que a margem de lucro não passa deR$ 0,15 centavos por quilo por causa dos altos custos de produção.

Os produtores contam queenfrentaram uma séria crise no ano passado e ainda não conseguiram pagar asdívidas. No Paraná, cerca de 9 mil suinocultores vivem esta situação.

A renegociação das dívidas é umadas nove reivindicações dos suinocultores. Em carta entregue ao Ministério daAgricultura, eles também pedem fixação de preço mínimo e aumento da oferta demilho subsidiado para alimentar os animais.

O preço mínimo é umareivindicação de pelo menos 54 anos, como mostra uma coleção de revistas daAssociação Brasileira de Criadores de Suínos.

Sobre a reposição dos estoquespúblicos de milho, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, informa que vaiautorizar, até março, a execução de operações de contrato de opção de comprapara o cereal. O milho adquirido pelo governo vai ser vendido diretamente paraos pequenos criadores.

Fonte: http://www.porkworld.com.br

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