TENDÊNCIA NO MEIO RURAL: associados da Cooper A1 testam nova variedade de trigo para silagem

TENDÊNCIA NO MEIO RURAL: associados da Cooper A1 testam nova variedade de trigo para silagem
Os produtores da Cooper A1 recebem frequentemente informações sobre novas tecnologias e tendências no meio rural, através da equipe técnica da cooperativa. E foi desta maneira que a opção de silagem de trigo chegou ao senhor Fábio Noetzold, associado desde 2008, mantem as atividades em sua propriedade na Linha Pavão, no município de Palmitos, SC.

As variadas classes de trigo que chegaram ao mercado brasileiro nos últimos anos, têm revolucionado a alimentação animal no Sul do país. Os produtores estão ampliando o leque da produção de alimentos, além da silagem de milho e aveia, estão incrementando silagem de trigo que traz benefícios na nutrição e saúde animal. Esta silagem consegue suprir a necessidade de outros cereais na alimentação, mas não substituí a principal que é a do milho.

Segundo o subgerente, engenheiro agrônomo da Cooper A1 unidade de Palmitos, Flávio Schenatto, é a primeira vez que os produtores da Cooper A1 estão trabalhando com esta técnica. Neste ano foram cerca de 12 cooperados, de acordo com Schenatto, para os próximos anos a tendência é aumentar esse número.

Flávio comentou também que a silagem de trigo serve como um complemento, é uma alternativa encontrada para auxiliar o produtor, seus nutrientes equivalem a silagem de milho. O engenheiro comentou ainda que é interessante a produção de trigo para silagem, uma vez que, a semeadura ideal é entre abril e junho dependendo das condições climáticas da região, podendo assim extrair mais uma cultura no período de entressafra durante o inverno.

O associado da Cooper A1, citado no início desta matéria foi um dos 12 cooperados que testaram a produção da silagem de trigo. Para Fábio, é uma outra oportunidade de cultivo, ao invés de plantar somente milho, intercalar com a soja, e segundo ele, para esse novo método, os cooperados podem contar com o auxílio técnico oferecido pela cooperativa.

“Eu recomento, acredito que é uma alternativa que vai dar certo”, disse o associado. Ainda em período de teste, Fábio comentou sobre o rendimento: “Até agora deu 20 toneladas por hectare, nos próximos anos queremos melhorar, acredito que foi vantajoso, vamos confirmar isso quando as vacas degustarem”.